Há de ser tudo da lei

Investimentos - PARTE 2

Aqui vai parte das minhas atuais interpretações sobre a história do post "Investimentos".

O que mais me chama a atenção é que ao darmos uma olhada superficial no texto, João foi aquele que cometeu o ato violento. Se olharmos diferente para o texto, veremos que Carlos foi o primeiro a usar de violência, quando comprou um imóvel que não tinha necessidade e inflacionou o seu preço para que no fim obtivesse lucro em cima do prejuízo causado em João.

Nesse caso, Carlos usou de seu capital maior e ou uma habilidade financeira maior para obter vantagem sobre João. Então é explícito que um poder financeiro maior é um tipo de poder que pode ser usado para se obter vantagens e obrigar a outros escolherem caminhos que não pretendiam ir primeiramente.

O João por não possuir tal força, usou de outra para obter o mesmo tipo de influência que Carlos usou contra ele. O lance é que usar arma de fogo é proibido por lei, o que fez de João um marginal.

Mas para mim a única diferença entre os dois, é que um utilizou de um esquema corrupto permitido por lei e outro não, os dois foram criminosos.
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1 comentários:

  1. Estevão, o legal da sua ficção é que ela nem precisava de explicação.

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