Don’t get us wrong—we do say yes to the accelerated science of the early 21st century. We say yes to the constant flow of peer-review journal publications and their impact; we say yes to science blogs and media & PRnecessities; we say yes to increasing specialization and diversification in all disciplines. We also say yes to research feeding back into health care and future prosperity. All of us are in this game, too.
However, we maintain that this cannot be all. Science needs time to think. Science needs time to read, and time to fail. Science does not always know what it might be at right now. Science develops unsteadily, with jerky moves and unpredictable leaps forward—at the same time, however, it creeps about on a very slow time scale, for which there must be room and to which justice must be done.
Slow science was pretty much the only science conceivable for hundreds of years; today, we argue, it deserves revival and needs protection. Society should give scientists the time they need, but more importantly, scientists must take their time.
We do need time to think. We do need time to digest. We do need time to misunderstand each other, especially when fostering lost dialogue between humanities and natural sciences. We cannot continuously tell you what our science means; what it will be good for; because we simply don’t know yet. Science needs time.
—Bear with us, while we think.







Perfeito Cei, vou compartilhar no facebook! A ciência séria de caráter fidedigno é lenta e necessita de tempo a ser estudada!
ResponderExcluirCom certeza, Gasparini! O problema é que tem muito professor preguiçoso e improdutivo que pode usar o movimento como pretexto para não fazer nada. Seria preciso estabelecer critérios consistentes para avaliar a ciência feita num ritmo mais lento.
ResponderExcluirE essa recusa às mídias sociais ("We don’t blog. We don’t twitter") é inaceitável. Mas o movimento é interessante para repensarmos esse modelo atual de "Publish or Perish".
ResponderExcluirÓtimo brou!O critério utilizado comumente é o Qualis Capes com a adição do fator de impacto! A ciência num ritmo lento ou rápido possui interpretações diferentes, porém torna-se necessário o que o cientista quer estudar ou investigar... Essa interpretação subjetiva pode levar a tendenciosidades nas pesquisas científicas, devemos lembrar que publicar MUITO não quer dizer que este indivíduo é melhor que aquele que publica POUCO porém com qualidade superior. Há pesquisadores e pseudo-pesquisadores, concordo plenamente com vc, mas os pseudo-pesquisadores não "sobrevivem" no mundo da ciência competente e séria!
ResponderExcluirMuito bem dito, amigo. Mas tem muito pseudo-pesquisador que é professor na UFES e em outras universidades.
ResponderExcluirTem pseudo-pessoas em todas os lugares. As pessoas com uma consciência mais elaborada deve elevar o nível das coisas e se tornarem padrão para outras pessoas.
ResponderExcluirEu sou a favor de medir tudo, inclusive a produção de artigos científicos de uma instituição. O ser humano evolui se medindo, comparando com o padrão que ele julga ser e aplicando correções de rota para alcançar o padrão.
Abraços!
A princípio eu penso que as coisas nunca são as mesmas; assim o que é ciência toma formas diferentes no tempo e espaço. Nossa era digital modela as coisas em volta. Quem imaginaria as novas relações sociais eletrônicas (dãã, o cara que desenvolveu a idéia só ficou milionário).
ResponderExcluirQuem sabe que o cara que reinventar a ciência não fique também??